O Balu iniciou um lento processo de recuperação, visto que a sarna era severa e extensa.
30/10/2009
História do Chow-chow chamado Balu
O Balu iniciou um lento processo de recuperação, visto que a sarna era severa e extensa.
Sopa para Cães Pobres
A sopa dos pobres dos animais abriu em Berlim em Outubro de 2008, e há já outras iniciativas em várias cidades alemãs. Em Berlim são ajudados uns 800 donos com cerca de 2125 animais; a nível nacional são oito mil donos.
Cada sábado, cerca de dez voluntários estão na antiga escola para ajudar a distribuir os cerca de 900 quilos de comida que vêm de doações das empresas que produzem comida de animais - "quando vêem que o prazo está quase a acabar e já não podem vender dão-nos", explica Mike Schäfer. Também há muitas doações individuais, em comida, trelas, brinquedos, tudo e mais alguma coisa. Com a crise, muitas pessoas deixam de ter hipótese de tratar os seus animais, e cada vez mais são abandonados. A ideia da Tiertafel é que as pessoas que perderam o rendimento habitual - e passaram a contar só com os 350 euros do subsídio de desemprego - possam manter os seus animais.
Claudia, uma mulher de 50 anos que parece mais jovem sobretudo por causa do cabelo meio rasta - embora discreto, apanhado no alto da cabeça - e que prefere não dizer o apelido, está nesta posição: de um emprego normal passou a receber a ajuda do Estado para desempregados de longa duração - 350 euros, para os desempregados de curta duração o subsídio é bastante maior - e isso não é suficiente. Confessa que alimenta o seu cão com a ração que vai levar daqui e com restos de carne que os supermercados deitam fora, um dia após o fim do prazo.
Tommy Pohle, um engenheiro informático magro de óculos redondos e postura zen, conta que o trabalho que faz já não lhe dá o suficiente para si, a mulher, que entretanto ficou doente, os dois filhos, a cadela e o gato. A Tiertafel faz com que consiga manter os animais bem alimentados. "Temos ajuda do Estado, claro, mas não chega para tudo", sorri, olhando para a cadela. Foi afectado pela crise? "Bem, sem dúvida que há dois anos estava muito melhor."
Veterinário também
"Não tenho emprego e o cão tem de comer", resume Lutz Klimpel, um outro engenheiro informático de rabo de cavalo grisalho e chapéu de abas, que tenta controlar um pastor-alemão especialmente enérgico. "Ajuda muito, são 20 ou 30 euros por mês que poupo - e sem emprego é preciso poupar em tudo."
Sabine Guthke é mais jovem mas está com o mesmo problema de desemprego já há dois anos. "Antes pintava paredes mas agora não há trabalho por causa da crise", diz. "Não temos muito dinheiro para tratar dos animais" - ela tem um cão e um gato - "assim é muito bom podermos ter a comida". E há ainda um veterinário que vem de vez em quando, uma vantagem preciosa, diz Sabrine: "Mas espero não ter de vir cá sempre. Espero conseguir um trabalho depressa e poder passar a ter dinheiro para tratar deles". Mas Sabine não tem grandes expectativas de que as eleições de domingo tragam alterações. "Vou votar, mas não vai mudar grande coisa". Também o informático Klimpel diz que os partidos estão "cada vez mais iguais", e "a grande coligação vai manter-se e não vai necessariamente fazer grande coisa". Claudia gostava que "as coisas mudassem" e que houvesse uma coligação vermelho-vermelho verde (sociais-democratas, Die Linke, Verdes), a única que iria "atacar os bancos que nos puseram nesta embrulhada".
Lutas de Cães
Luta de cães dá pena de prisão até um ano
Entra em vigor no próximo dia 1 de Janeiro o decreto-lei 315/2009 que estabelece pena de prisão para quem promove ou participa em lutas de cães.
O diploma agrava a penalização dos promotores de lutas de cães e dos detentores das raças de cães potencialmente perigosos, como o Pit Bull ou o Rottweiler, que não cumpram os requisitos que a lei exige, como o registo e o licenciamneto destes animais.
Até agora, quem não cumpria estes requisitos habilitava-se apenas a uma multa que variava entre os 500 e os 3740 euros para particulares, mas atingia os mais de 44 mil euros no caso das pessoas colectivas, de acordo com um despacho publicado no ano passado.
11/10/2009
Os Microchips??
Quando vamos ao veterinário e vamos colocar um chip ao nosso pimpolho a coisa funciona nestes termos:
1º põe-se o dito no pescoçito do pimpolho;
09/10/2009
O nosso outro projecto! O 1º centro de estudos e actividades do Catavento
Sala de estudo
Explicações
Ateliers Pedagógicos
Transporte
Informações e Preçário através do 228314639 ou catavento@catavento.com.pt
08/10/2009
A história do Gorky e do Gaspar
A história do Gorky e Gaspar é a prova que os animais têm muito para nos ensinarem sobre a verdadeira amizade…
O Gorky é um cão de raça Pit Bull que foi resgatado das lutas, onde sofreu bastante, quer fisicamente, quer psicologicamente.
Quando foi recuperado encontrava-se muito magro.
O Gorky entrou na minha vida com sensivelmente 3 anos de idade, e foram várias as pessoas que chamaram-me “maluco” por ficar com um cão perigoso…
Já está comigo há três anos e meio, e nunca fez mal a nenhuma pessoa.
O Gaspar é um coelho anão que faz parte da família há pouco tempo!
Inicialmente, foi grande o receio de colocar o Gaspar junto do Gorky…
O “terrível” para o Gaspar sou eu não o Gorky, porque às vezes faço-lhe várias malandrices, e a recompensa são algumas dentadas!
Termino, lembrando que não há cães perigosos, mas sim donos…
Cumprimentos,
07/10/2009
Mais um motivo apresentado por dono - NÃO SUPORTAR ANIMAL...

Este é um dos sites que vejo quase todos os dias, e hoje:
AO LER ISTO, FIQUEI INDIGNADA!
COMO É QUE DEIXAM ANUNCIAR TAL! NÃO SUPORTAR UM ANIMAL... BLABLABLA.. VAI PARA ABATER!
É TUDO DESCARTÁVEL É ISSO?
VOU MANDAR E-MAIL PARA A AAAPORTO E PARA O SUJEITO!
![]() | Dá-se Cocker Spaniel | |||||||||||||||||
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03/10/2009
Dia do Animal

Infelizmente para muitas pessoas, os animais não têm qualquer valor. São maltratados, abandonados, torturados, como se fossem um objecto, que não sente dor, frio ou fome. São usados como meio de entretenimento, mesmo que implique o seu sofrimento atroz.
Aos poucos, precisamos de mudar a mentalidade das pessoas. Precisamos de as fazer entender que o animal não é um objecto e que se assemelha a uma pessoa, com coração, sangue, sentimentos... Precisamos de tornar as pessoas sensíveis a este assunto. Mesmo que não possam adoptar, devemos esclarecer e incentivá-las a ajudar as tantas associações e particulares que estão atoladas de animais sem dono, tristes, muitos com muita pouca vontade de viver e sem confiança em Humanos.
Como é que muitas pessoas se pode intitular de Humano perante tantas situações atrozes?...